Grupo Vozes D´África distingue 50 actrizes da província do Huambo

O Colectivo de Artes Vozes D´África realizou, na quarta-feira, no Centro Cultural Manuel Rui , uma cerimónia de homenagem a 50 actrizes da província, pelo seu contributo para o desenvolvimento das artes cénicas naquela província, no quadro da celebração do Dia Mundial do Teatro, que se assinalou ontem, bem como da celebração dos 27 anos de existência do colectivo.

O Colectivo de Artes Vozes D´África realizou, na quarta-feira, no Centro Cultural Manuel Rui , uma cerimónia de homenagem a 50 actrizes da província, pelo seu contributo para o desenvolvimento das artes cénicas naquela província, no quadro da celebração do Dia Mundial do Teatro, que se assinalou ontem, bem como da celebração dos 27 anos de existência do colectivo.

De acordo com o director do Colectivo de Artes Vozes D´África, Pascoal Pedro Nhanga, as mulheres homenageadas são mães, educadoras sociais, funcionárias públicas, que no passado, antes de exercerem as suas actuais funções, contribuíram com o seu saber nas artes cénicas a nível da província.

“Nós estamos felizes e de qualquer forma, temos a grande missão de continuar a trabalhar mais, para que o Huambo seja o espaço onde aconteçam coisas boas, e preservar a nossa cultura, contando igualmente com apoio do Governo local”, disse.

Pascoal Pedro Nhanga afirmou que entre as mulheres homenageadas, existem algumas que desde a fundação do grupo de teatro Vozes D´África, no dia 10 de Março de 1998, até hoje, nunca abandonaram o colectivo e são peças fundamentais na área da encenação.

O responsável assegurou que as mulheres envolvidas no teatro a nível da província, carregam bagagem suficiente para elevar esta arte no Huambo com muita seriedade, uma vez que já estão a transmitir estes conhecimentos à nova geração de actores, para que estejam mais envolvidos com os desafios da encenação.

No que toca a infra-estruturas, o actor destacou o papel do Centro Cultural Manuel Rui Monteiro, que compreende três auditórios modernos para as artes, que já estão a servir significativamente na promoção do teatro.

“Agora a província do Huambo só precisa de uma escola de Belas Artes, para permitir a questão de investigação dos elementos do nosso teatro angolano, porque Centro Cultural Manuel Rui é o espaço para mostrarmos os resultados das pesquisas”, explicou.

Entretanto, o actor reconheceu que a implementação destes projectos é necessária a acção do Executivo angolano, em financiar estes planos e fortalecer os grupos que passam por situações menos boas.

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